
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A "crise" cristã

Futebol

quinta-feira, 22 de outubro de 2009
O outro lado do Dia da Vergonha

quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Dia da Vergonha Farroupilha

quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Mau humor estilo(?) Neocom

sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Jornal Nacional (?) e a "crise" do ENEM


quarta-feira, 7 de outubro de 2009
MST invade terras, a Cutrale produz...


terça-feira, 6 de outubro de 2009

As pesquisas políticas tem real valor?

segunda-feira, 10 de agosto de 2009
A gripe "suína" e a falta de vergonha

Grandes estudiosos tupiniquins do mercado mundial de "commodities" e criativos profissionais do marketing verde e amarelo deveriam cobrar a conta da grande (?) mídia nacional.
Vejamos. A chamada (por ela mesma) de grande mídia teima em ter mais razão que a OMS (Organização Mundial da Saúde) e insiste em chamar a "Influenza tipo A (H1N1)" de "gripe Suína".
É de conhecimento público que temos, em nosso País, uma enorme massa de trabalhadores, empresários e consumidores que ou produzem ou consomem diversos tipos de produtos de origem suína.
Também deve ser de conhecimento de todos, produtores e empresários, que cada vez que a chamada (por ela mesma) de grande mídia, reporta a sinistra contagem de vítimas mortas pela "gripe suína", menos consumidores tendem a comprar produtos de origem suína, o que leva a redução do consumo, por medo e desinformação, e a consequente defasagem no preço, pois a carne suína não se trata de um bem de Giffen.
Agora vem a segunda parte da chamada do título. Refiro-me a falta de vergonha, ou seria de criatividade, dos marqueteiros e empresários de plantão.
Por qual motivo a Sadia, por exemplo, continua a investir milhões de reais em publicidade e sustentar a chamada (por ela mesma) de grande mídia, se o que a chamada (por ela mesma) de grande mídia só faz reduzir o consumo de produtos de origem suína cada vez que se refere à "gripe Suína"?
Vamos raciocinar de uma outra maneira.
Imaginemos que um produtor de matrizes avícolas resolva manter algumas raposas para cuidar de seus aviários. O que teríamos então? Raposas se alimentando das próprias matrizes avícolas, reduzindo a oferta e a lucratividade gerada pelas matrizes.
É exatamente o que ocorre com a imensa verba dispendida em publicidade por empresários e produtores da cadeia suinocultora.
E eu continuo sem entender por que investir dinheiro (e muito) em quem ajuda a vender menos e ainda por cima falta com a verdade?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Se a Yeda cair...

A abelinha de plantão, que tem colméia na redação do veículo situado na Azenha, procurou desfocar a gravidade das acusações do MPF contra a cria rebessiana. Quem quiser saber mais pode ir até o link:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2608001.xml&template=3916.dwt&edition=12860§ion=1007
O "post" da abelinha de plantão também planta a semente para o próximo passo insano da grande(?) mídia gaudéria ao afirmar que "Não basta saber que foram encontradas provas contra os nove réus: o cidadão precisa saber o que há contra cada um.".
A intenção implícita está explícita: de que maneira a tribo da azenha poderá defender a desgovernadora se não sabe o que pesa contra ela?
Somente conhecendo as acusações, os nativos rebessianos poderão fazer aquilo que mais sabem, ou seja, defender seus próprios interesses e impedir que a sociedade gaúcha, principalmente àquela parte que pensa e que não assina e nem compra os jornalecos impressos no Humaitá, conheça a verdade.
Certa feita um ministro, que muita gente desconhece, disse que o que é bom a gente fatura e o que é ruim a gente esconde. Deveria ter um busto nas redações dos veículos rebessianos.
A propósito, quem deu procuração para a abelhinha falar em nome do cidadão ou em nome dos gaúchos?
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Yeda está fora da realidade

As declarações da (des) governadora do RS, Yeda Crusius, durante e após a manifestação do Fórum dos Servidores Públicos Estaduais(FSPE-RS), ilustram o momento pelo qual passa seu (des) governo e nos ajudam a entender qual é o "novo jeito de governar" que ela insiste em infligir ao povo gaúcho.
"Vocês não são professores. Vocês são torturadores de crianças."
A declaração acima foi feita pela senhora Yeda que também disse que o s professores e manifestantes "estão cada vez mais desacreditados, repudiados."
São declarações feitas no calor do momento, mas refletem exatamente o que pensa essa senhora. Se alguém ou algum movimento social é contrário a seus interesses ela procura a desqualificação imediata e usa a tropa de choque da Brigada Militar para reprimir.
Recente pesquisa demonstrou que 70% da população gaúcha deseja a instalação de uma CPI na Assembléia Legislativa do RS para investigar a enormidade de suspeitas que pairam sobre (e sob) o Palácio Piratini.
Manifestação em fente à casa da (des) governadora gaúcha

Ocorreu hoje, pela manhã, manifestação do CPERS (Centro dos Professores do Estado do RS) , na capital gaúcha, pedindo o "impeachment" da (des) governadora Yeda Crusius. Segundo informações da RBS (dêem um desconto pela fonte, ok?) houve abuso por parte dos manifestantes que, inclusive, destruíram um jardim em frente à residência da (des) governadora.
Não concordo que qualquer manifestação possa impedir qualquer cidadão de seu direito constitucional de ir e vir que, segundo a RBS, parece foi negado à filha e netos da Sra. Yeda.
Para variar foi utilizada a truculência habitual da Polícia de Choque da Brigada Militar do RS para reprimir a manifestação, que teve inclusive detenção de participantes, dentre eles a presidente do CPERS, Rejane de Oliveira e a vereadora (PSOL) Fernanda Melchionna.
Foto: Ronaldo Bernardi
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Reconhecimento a FHC

Emir Sader reconhece o que FHC fez pelo Brasil
Atualizado e Publicado em 07 de julho de 2009 às 19:37
Os reconhecimentos a FHC
por Emir Sader, no seu blog em Carta Maior
Que cada um expresse aqui o reconhecimento que FHC pede.
Felizmente para a oposição, FHC não se contêm, não consegue recolher-se ao fim de carreira intelectual e política melancólicos que ele merece. E cada vez que fala, o apoio ao governo e a Lula aumentam.
Agora reaparece para reclamar que não se lhe dá os reconhecimentos que ele julga merecer. Carente de apoio popular, ele vai receber aqui os reconhecimentos que conquistou.
Em primeiro lugar, o reconhecimento das elites dominantes brasileiras por ter usado sua imagem para implementar o neoliberalismo no Brasil. Por ter afirmado que ia “virar a página do getulismo”. Por ter, do alto da sua suposta sapiência, dito a milhões de brasileiros que eles são “inimpregáveis”, que ele assim não governava para eles, que não tinham lugar no país que o tinha elegido e para quem ele governava.
O reconhecimento por ter dito que “A globalização é o novo Renascimento da humanidade”, embasbacado, deslumbrado com o neoliberalismo.
O reconhecimento por ter quebrado o país por três vezes, elevado a taxa de juros a 48%, assinado cartas de intenção com o FMI, que consolidaram a subordinação do Brasil ao capital financeiro internacional.
O reconhecimento dos EUA por ter feito o Brasil ser completado subordinado às políticas de Washington, por ter preparado o caminho para a Alca, para o grande Tratado de Livre Comércio, que queria reduzir o continente a um imenso shopping Center.
O reconhecimento a FHC por ter promovido a mais prolongada recessão que o Brasil enfrentou.
O reconhecimento a FHC por ter desmontado o Estado brasileiro, tanto quanto ele pôde. Privatizou tudo o que pôde. Entregou para os grandes capitais privados a Vale do Rio Doce e outros grandes patrimônios do povo brasileiro. Por isso ele é adorado pelas elites antinacionais, por isso montaram uma fundação para ele exercer seu narcisismo, nos jardins de São Paulo, chiquérrimo, com o dinheiro que puderam ganhar das negociatas propiciadas pelo governo FHC.
FHC será sempre reconhecido pelo povo brasileiro, que tem nele a melhor expressão do anti-Brasil, de tudo o que o povo detesta, ele serve para que se tome consciência clara do que o povo não quer, do que o Brasil não deve ser.
Conheça o Blog do Emir.
terça-feira, 30 de junho de 2009
A batalha pelo PIB positivo em 2009
30/06/2009 - 07:00 - Luís Nassif, colunista do Último Segundo
O principal item foi o da equalização das taxas de juros para investimentos em bens de capital que sejam adquiridos nos próximos seis meses. Há vantagens expressivas. No caso de financiamento de caminhões, a taxa anual caiu de 13,5% para 4,5%. Além disso, o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) anunciou a redução da TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) de 6,25% para 6% ao ano – a menor taxa da história.
Outra medida foi a prorrogação da isenção de IPI para automóveis, materiais de construção e eletrodomésticos. E a inclusão, nos bens desonerados, de 70 itens de bens de capitais, máquinas e equipamentos. No Ministério da Fazenda considera-se que as medidas não comprometerão as metas de superávit fiscal – que foram reduzidas para 2,5% este ano.
***
Estudos recentes do FMI comprovam que o Brasil foi um dos países em que os resultados fiscal e da dívida pública foram menos afetados. Atravessou a crise com perdas menores do que os demais países. Mas o resultado poderia ter sido infinitamente melhor se o Banco Central não tivesse sido tão inepto.
O BC elevou a taxa Selic poucos dias antes da quebra do Lehman Brothers. Não poderia ter adivinhado. Mas levou até janeiro para corrigir a rota. A ata de inflação de dezembro entrará para a história econômica do país como um dos documentos mais improváveis já preparados por uma autoridade econômica. Provavelmente nem no início da elaboração das contas nacionais, nos anos 50, cometeu-se avaliação tão bisonha. O relatório sustentava que a atividade econômica estava robusta, quando se via a olho nu a economia se desmanchar.
Em janeiro, a demora do BC em acertar o rumo dos juros fez com que a própria Fazenda reduzisse suas expectativas de desempenho do PIB para 2009. A nova avaliação não foi divulgada para evitar a exacerbação das expectativas.
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A grande luta, agora, será fechar 2009 com o PIB positivo. Até agora, há dois trimestres de queda em relação ao ano passado - -1,8% e -0,8%. O terceiro trimestre também registrará PIB negativo, já que o terceiro trimestre do ano passado foi bastante aquecido. Assim, a recuperação estatística se dará a partir do quarto trimestre.
A Fazenda trabalha com a possibilidade de um crescimento de 4% - em relação ao mesmo período do ano passado. Ocorrendo, o PIB poderá fechar em 0,2%, um pouco mais. Para o próximo ano, poderá estar correndo a mais de 4% ao ano, especialmente devido ao fato da comparação ser com uma base mais baixa.
Mesmo assim, a política cambial errática do Banco Central continua jogando contra o crescimento brasileiro. Tome-se o caso da indústria automobilística. A produção divide-se entre mercado interno e externo. No ano passado, a política cambial expulsou o país do mercado internacional. Desse modo, todo o peso da recuperação cai em cima da desoneração do IPI para o mercado interno – afetando a arrecadação e impedindo que outros setores possam ser auxiliados.
IPI menor é prorrogado
O IPI reduzido para veículos, eletrodomésticos, material de construção e bens de capital foi prorrogado por mais três meses, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Em troca, as indústrias automobilísticas se comprometem a não demitir no período. Além disso, o governo vai baixar o PIS e o Cofins sobre o pão francês e farinha de trigo. A renúncia fiscal do governo foi estimada em R$ 3,342 bilhões. A partir de outubro, o IPI para carros volta a subir gradualmente.
Mantega: Serra impede queda maior de preços em SP
Atualizado em 29 de junho de 2009 às 21:50 | Publicado em 29 de junho de 2009 às 16:50
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou, nesta segunda-feira, durante solenidade no Itamarati, em Brasília, novas medidas de combate à crise e estímulo ao crescimento. Cerca de 70 itens de bens de capital terão redução de IPI até 31 de dezembro de 2009. O ministro também anunciou a prorrogação das desonerações para veículos, produtos da linha branca, material de construção, motos, trigo, farinha e pão francês, além da redução da TJLP e do custo de empréstimos da União para o BNDES.
Para os produtos da linha branca, a redução do IPI foi estendida até 31 de outubro. O IPI reduzido para automóveis valerá até 30 de setembro, com retorno gradual para as alíquotas anteriores em três meses. Para caminhões, o prazo foi prorrogado por mais seis meses, valendo até 31 de dezembro. A prorrogação da desoneração do IPI sobre materiais de construção será de seis meses, até 31 de dezembro de 2009.
As motos terão a redução de PIS-COFINS prorrogada por mais seis meses e o trigo, farinha de trigo e pão francês permanecem com a contribuição reduzida até 31 de dezembro de 2010. O total da renúncia fiscal estimada para 2009 com as novas medidas é de R$ 3,342 bilhões.
Mantega, porém, criticou alguns governadores que se aproveitaram da redução do IPI promovida pelo governo federal para fazer substituição tributária. Entre eles, o de São Paulo. Em consequência, as empresas não puderam repassar totalmente aos produtos a diminuição dos tributos e os preços não caíram o quanto poderiam.